"Hoje eu estou muito mais forte, mais serena e mais madura, para a tarefa que vocês me delegaram." Estas foram as últimas palavras do discurso inflamado de Dilma Rousseff, após a ser reeleita presidente do Brasil.
Realmente Dilma necessitará e muito das duas primeiras qualidades para o seu segundo mandato, a petista, bem como todo o partido sabe que Dilma foi reeleita com 51,64% dos votos, trocando em miúdos, pouco mais da metade da população brasileira encontra-se satisfeita com o atual governo, nos próximos quatro anos, a presidente bem como toda a equipe deverão ter um desempenho melhor caso queiram eleger um outro petista para o próximo pleito.
Dilma começa o seu segundo mandato com graves problemas financeiros e econômicos, além de escândalos que mancharam o currículo petista para boa parte dos eleitores. O caso Petrobrás, noticiado como capa pela revista Veja, um dia antes da eleição, estremeceu a bancada petista e deixou a presidente sem muitos argumentos, ante os problemas revelados pelo doleiro Yousseff que revelou que ela e Lula sabiam do caso.
Além disso problemas futuros também atormentam a presidente reeleita, com a seca no sudeste e em outras regiões, fala-se em problemas energéticos, talvez racionamento, com certeza um ponto negativo que será atribuído ao governo federal.
Os investidores não são também amigos do governo, tanto que no dia seguinte a eleição o índice BOVESPA fechou em baixa - 2,77%, e com o dólar em alta R$ 2,58, o valor mais alto desde 2008, a presidente terá problemas nessa área, pois desde a época da campanha, a equação posição da presidente no IBOPE e dólar não tem fechado da melhor maneira.
Outro grande problema que a presidente deverá enfrentar é o índice inflacionário, que está acima da meta de 4,5%, porém neste cenário é muito difícil prever o que poderá acontecer, já que o mercado externo e as atuais ações climáticas, podem influenciar no aumento dos preços.
Realmente o cenário político atual não está nada contemplativo para a presidente, até mesmo porque neste segundo mandato, a oposição, lê-se PSDB, dará mais supervisão às ações da presidente, com Serra, eleito senador e Aécio e Aluísio Nunes, voltando ao senado para terminar o trabalho no senado, haverá no mínimo três grandes políticos dispostos a realizar uma varredura no Palácio da Alvorada.
Agora é hora de vermos o que será dos próximos quatro anos e quais casas se movimentarão nesse complicado jogo de xadrez.
em 01 de janeiro de 2015, Dilma Vana Rousseff começará o seu segundo mandato como Presidente da República, serão mais 1460 dias de poder, vamos acompanhar esses dias presidenciais e ver como será o segundo mandato de nossa presidente. (Blog não vinculado a nenhum partido)
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